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Venda da Copa do Mundo: plano de Infantino choca e levanta questões de governançaO presidente da Fifa, Gianni Infantino, planeja vender participações na Copa do Mundo a investidores privados, em um esquema que pode lhe render dezenas de milhões de libras./images/pt/2026/07/venda-da-copa-do-mundo-plano-de-infantino-choca-e-levanta-questoes-de-governanca-dc2483bd-800w.webpVenda da Copa do Mundo: plano de Infantino choca e levanta questões de governança

Venda da Copa do Mundo: plano de Infantino choca e levanta questões de governança

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Gianni Infantino, presidente da Fifa, em um evento oficial, com expressão séria, ao lado do logotipo da Copa do Mundo. — latest news and analysis.

Resumo breve

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, planeja vender participações na Copa do Mundo a investidores privados, em um esquema que pode lhe render dezenas de milhões de libras.

Em meio a uma pausa, uma notícia chocante abalou o mundo do futebol: o presidente da Fifa, Gianni Infantino, estaria planejando vender participações na Copa do Mundo a investidores privados. A revelação, feita pelo jornalista Martyn Ziegler, do The Times, indica que o esquema poderia render a Infantino dezenas de milhões de libras. Segundo fontes, as discussões com investidores envolveram figuras próximas à administração Trump.

O plano de Infantino

De acordo com a reportagem exclusiva, Infantino pretende criar uma nova empresa que deteria os direitos comerciais do torneio, e ele próprio poderia se tornar 'comissário' dessa entidade. A venda de participações acionárias abriria as portas para investidores privados, algo inédito na história da competição. Críticos comparam a medida a uma 'bomba nuclear' para o esporte, temendo que o controle do torneio mais prestigiado do futebol passe das mãos das associações nacionais para interesses privados.

Governança questionada

A falta de freios e contrapesos na governança da Fifa é um ponto central da controvérsia. Sem mecanismos robustos de controle, muitos se perguntam se as associações membros simplesmente aprovarão a proposta sem questionamentos. 'A Copa do Mundo não é dele para vender, mas, com a falta de equilíbrio na governança, será que as associações membros simplesmente votarão a favor? Quem elas estão representando aqui?', questiona um observador. Algumas delas talvez precisem mostrar firmeza.

Reações e implicações

A notícia gerou imediata preocupação entre dirigentes esportivos e torcedores. A possibilidade de que a Copa do Mundo, um símbolo de união global, seja tratada como um ativo financeiro para enriquecimento pessoal levanta sérias questões éticas. Enquanto isso, a Fifa não se pronunciou oficialmente sobre o assunto. A comunidade do futebol aguarda com apreensão os próximos passos, na esperança de que a transparência e a integridade prevaleçam.

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