Árbitro Artan: 'Tenho os documentos certos e o visto certo'

Resumo breve
O árbitro somali Omar Artan afirma ter sido submetido a uma entrevista de imigração de 11 horas antes de lhe ser negada a entrada nos Estados Unidos para o Mundial, apesar de possuir a 'documentação correta' e o 'visto correto'.
O árbitro somali Omar Artan afirma ter sido submetido a uma entrevista de imigração de 11 horas antes de lhe ser negada a entrada nos Estados Unidos para o Mundial, apesar de possuir a 'documentação correta' e o 'visto correto'. Artan, que deveria arbitrar jogos da Copa do Mundo, disse que foi detido no aeroporto e interrogado por autoridades de imigração, que questionaram a validade dos seus documentos.
Detalhes do incidente
Artan, um dos poucos árbitros internacionais da Somália, viajava para os EUA para participar do torneio quando foi barrado na fronteira. Ele afirmou que apresentou todos os documentos exigidos, incluindo um visto válido, mas ainda assim foi submetido a um longo interrogatório. 'Eu tenho os papéis certos e o visto certo', disse Artan em entrevista. 'Não sei por que fui tratado dessa forma.'
Contexto mais amplo
O incidente ocorre em meio a um endurecimento das políticas de imigração nos EUA, que têm afetado viajantes de diversos países, especialmente de nações africanas e de maioria muçulmana. Artan, que é muçulmano, pode ter sido alvo de perfis baseados em nacionalidade ou religião. A FIFA ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso, mas a situação levanta questões sobre a segurança e a justiça dos procedimentos de entrada no país.
Artan espera que seu caso seja revisto e que possa cumprir suas funções no Mundial. Enquanto isso, a comunidade esportiva internacional aguarda esclarecimentos das autoridades americanas.
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