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Seleções que mais subiram no Ranking FIFA após cada CopaA Noruega foi a seleção que mais subiu no Ranking FIFA após a Copa do Mundo de 2026, saltando 12 posições após chegar às quartas de final. A análise histórica mostra os maiores avanços desde 1994, com destaque para Ucrânia, que subiu 30 posições em 2006./images/pt/2026/08/selecoes-que-mais-subiram-no-ranking-fifa-apos-cada-copa-abe2a617-800w.webpSeleções que mais subiram no Ranking FIFA após cada Copa

Seleções que mais subiram no Ranking FIFA após cada Copa

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Seleções que mais subiram no Ranking FIFA após cada Copa

Resumo breve

A Noruega foi a seleção que mais subiu no Ranking FIFA após a Copa do Mundo de 2026, saltando 12 posições após chegar às quartas de final. A análise histórica mostra os maiores avanços desde 1994, com destaque para Ucrânia, que subiu 30 posições em 2006.

A Federação Internacional de Futebol (FIFA) divulgou um levantamento das seleções que mais ganharam posições no Ranking Mundial da FIFA/Coca-Cola após cada edição da Copa do Mundo, desde 1994 até o torneio de 2026. O estudo compara as colocações das equipes antes e depois de cada competição, revelando os saltos mais impressionantes da história recente do futebol.

Noruega: a grande sensação de 2026

Na edição mais recente, disputada na América do Norte, a Noruega foi a seleção que mais subiu no ranking, avançando 12 posições após alcançar as quartas de final pela primeira vez em sua história. A equipe escandinava, que começou o torneio na 31ª colocação, terminou na 19ª posição. Além do desempenho em campo, os noruegueses marcaram presença fora dele, com a torcida criando cenas memoráveis nas arquibancadas, nas plataformas de trem e em qualquer lugar onde os fãs se encontrassem, com as celebrações virais da "remada viking".

Liderada por Erling Haaland, a Noruega venceu o Iraque por 4 a 1 e o Senegal por 3 a 2 na fase de grupos, antes de sofrer uma derrota por 4 a 1 para a França. Apesar do revés, a equipe avançou como vice-líder do Grupo I. Nas oitavas de final, superou a Costa do Marfim por 2 a 1 e, nas oitavas, eliminou o Brasil pelo mesmo placar. A campanha terminou nas quartas, com uma derrota por 2 a 1 para a Inglaterra, após prorrogação.

Os maiores saltos desde 1994

A análise da FIFA percorre todas as edições do torneio, destacando os movimentos mais expressivos no ranking. Em 1994, a Bulgária foi a grande beneficiada: entrou na competição em 29º lugar e saltou para 14º em julho, uma subida de 15 posições, após chegar às semifinais pela primeira vez e terminar em quarto lugar. A Suécia, medalhista de bronze, subiu de 10º para 3º, enquanto a Bélgica passou de 27º para 20º.

Na Copa de 1998, sediada na França, os anfitriões brilharam: a França conquistou o título mundial pela primeira vez e subiu 16 posições, de 18º para 2º. No entanto, o maior salto foi da Holanda, que subiu 17 posições, de 25º para 8º, após chegar às semifinais. A Croácia, em sua estreia em Copas, também impressionou ao saltar de 19º para 4º, uma melhora de 15 posições, depois de terminar em terceiro lugar. A Romênia subiu de 22º para 13º.

2002: Coreia do Sul e surpresas

Em 2002, a Coreia do Sul aproveitou o fator casa para subir 18 posições, de 40º para 22º, após chegar às semifinais. A Turquia, medalhista de bronze, subiu de 22º para 12º, e o Senegal, que surpreendeu a França no jogo de abertura, saltou de 42º para 32º.

2006: Ucrânia e o salto recorde

A edição de 2006, na Alemanha, testemunhou um dos maiores saltos da história do ranking: a Ucrânia, em sua estreia em Copas, subiu 30 posições, de 45º para 15º, após chegar às quartas de final. Gana também subiu de forma notável, de 48º para 25º, enquanto a Suíça, que chegou às oitavas, subiu de 35º para 13º. A Itália, campeã, passou de 13º para 2º.

2010: Paraguai e Japão em alta

Na África do Sul, o Paraguai foi o maior beneficiário, subindo 15 posições, de 31º para 16º, após chegar às quartas. O Japão, eliminado nas oitavas, subiu 13 posições, para 32º. O Uruguai, quarto colocado, subiu 12 posições, de 18º para 6º, e Gana, também nas quartas, subiu nove, de 32º para 23º.

2014: Holanda e Costa Rica empatam

No Brasil, Holanda e Costa Rica tiveram o mesmo salto de 12 posições: a Holanda subiu de 15º para 3º após o bronze, e a Costa Rica, que chegou às quartas pela primeira vez, subiu de 28º para 16º. A Nigéria subiu de 44º para 34º, e a Colômbia, também nas quartas, subiu de 8º para 4º.

2018: Rússia e Croácia em destaque

Na Rússia, os anfitriões subiram 21 posições, de 40º para 19º, após chegarem às quartas. A Croácia, vice-campeã, subiu 16 posições, de 20º para 4º. A Suécia subiu 11, para 13º, e o Uruguai subiu nove, para 5º.

2022: Marrocos faz história

No Catar, o Marrocos se tornou o primeiro time africano a chegar às semifinais, subindo 11 posições, de 22º para 11º. A Austrália subiu o mesmo número de posições, de 38º para 27º, após chegar às oitavas, e Camarões subiu dez, para 33º. No ranking final de 2022, o Marrocos foi o maior ganhador do ano, com 142,42 pontos e uma subida de 17 posições em relação ao fim de 2021.

O legado de 2026

Além da Noruega, outras seleções também subiram no ranking após a Copa de 2026. Gana subiu oito posições, para 65º, e o Paraguai subiu sete, para 34º, após chegar às oitavas de final, com direito a uma vitória histórica sobre a Alemanha nas oitavas. Esses movimentos mostram como o torneio pode impulsionar seleções emergentes e consolidar o crescimento de outras.

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