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Pablo Aimar: Messi nos acostumbró a lo inesperadoPablo Aimar, assistente técnico da seleção argentina e ídolo de Lionel Messi, fala sobre a relação com o capitão, o sucesso recente da Albiceleste e a admiração mútua que transcende o tempo./images/pt/2026/06/pablo-aimar-messi-nos-acostumbro-a-lo-inesperado-32e4f86d-800w.webpPablo Aimar: Messi nos acostumbró a lo inesperado

Pablo Aimar: Messi nos acostumbró a lo inesperado

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Pablo Aimar: Messi nos acostumbró a lo inesperado

Resumo breve

Pablo Aimar, assistente técnico da seleção argentina e ídolo de Lionel Messi, fala sobre a relação com o capitão, o sucesso recente da Albiceleste e a admiração mútua que transcende o tempo.

Pablo Aimar, assistente técnico de Lionel Scaloni na seleção argentina, reflete sobre sua relação com Lionel Messi e o momento vitorioso da Albiceleste. Aos 12 ou 13 anos, Messi jogava nas categorias de base do Newell's Old Boys e sonhava em se tornar profissional, seguindo os passos de seu ídolo: Pablo Aimar. Naquela época, El Payaso vestia a camisa 10 do River Plate e, ao lado de Juan Pablo Ángel e Javier Saviola, formava um dos ataques mais empolgantes do futebol sul-americano.

Como jogador juvenil da Argentina, Aimar teve papel fundamental na conquista da Copa do Mundo FIFA Sub-20™ em 1997, atuando brilhantemente ao lado de Juan Román Riquelme, estrela do Boca Juniors. Vinte e cinco anos depois, essa admiração não desapareceu, apenas se transformou. Eles dividiram o vestiário na Copa do Mundo FIFA 2006™ e na Copa América 2007, e depois se enfrentaram como adversários quando Aimar estava no Valencia e Messi começava sua trajetória no Barcelona. Agora, ambos perseguem o mesmo sonho novamente.

O orgulho de ser ídolo de Messi

Como assistente de Scaloni, Aimar se orgulha de várias coisas — uma delas é ser o ídolo de Messi. Outra é o privilégio de observá-lo de perto desde 2018. Com o passar do tempo, Messi continua quebrando recordes enquanto joga com a frescura de um jogador no início de sua carreira. Nas palavras de Aimar: "Messi nos acostumou a esperar o inesperado."

Aos 46 anos, Aimar é o braço direito de Scaloni, integrando uma comissão técnica que inclui outros ex-jogadores da seleção argentina, como Walter Samuel e Roberto Ayala. O ex-jogador do Valencia e do River Plate contribui com sua expertise técnica e tática, além de servir como um elo natural entre a comissão e o elenco.

"O pensamento de que fui ídolo do Messi me enche de orgulho", disse Aimar à FIFA. "Certa vez, li que [Zinedine] Zidane havia dito algo parecido sobre Enzo Francescoli, e pensei: 'Como ele deve se sentir sabendo que um jogador tão brilhante fala tão bem dele?' Ouvir Messi dizer isso me enche de orgulho." Ele acrescentou: "Jogamos juntos e depois nos enfrentamos. Há uma compreensão tácita ali. Admiro-o verdadeiramente, não apenas por sua habilidade futebolística, mas por quem ele é como pessoa."

O sucesso recente da Argentina

Após a chegada de Scaloni como técnico, a Argentina encerrou um jejum de 28 anos ao vencer a Copa América em 2021. Desde então, foram triunfos consecutivos para uma equipe que havia enfrentado diversos reveses. "O que Messi faz é difícil de replicar, mas é ainda mais complicado fazê-lo em partidas sob pressão."

"Depois de passar vários anos com a Argentina, todos sentem que é onde querem estar. Esse compromisso e essa mentalidade foram recompensados com títulos. Não sei se há algo melhor do que isso. Isso nos deixa incrivelmente felizes", disse Aimar, que também é responsável pelas seleções de base da Argentina.

Questionado sobre a estreia da Argentina na Copa do Mundo FIFA 2022™, com vitória por 3 a 0 e um hat-trick de Messi, ele comentou: "Estamos muito felizes por ter começado bem. Estamos calmos — mas não calmos demais — porque nunca se pode estar completamente em paz. Há a satisfação de uma boa atuação e a segurança de ter um jogador de classe mundial."

Olhando para o futuro

Olhando para os confrontos do grupo contra Áustria e Jordânia no torneio deste ano, Aimar disse: "O mais importante para nós é que as coisas corram bem em campo. Mas a jornada também é importante, porque o futebol pode te definir, de uma forma ou de outra. Se você não aproveitar esse tempo, terá desperdiçado 40 dias da sua vida. Um bom ambiente é fundamental porque, além de competir, estamos compartilhando uma parte de nossas vidas."

Aimar também tem apenas elogios a Scaloni, companheiro de equipe nas bem-sucedidas seleções juvenis de José Pekerman nos anos 1990. "Ele montou uma equipe fantástica e um grupo de pessoas que compartilham a mesma visão, o que é muito difícil de alcançar. Ele transmite confiança e calma."

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