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Irmãs em campo: laços familiares marcam a Copa do Mundo FemininaA Copa do Mundo Feminina FIFA Brasil 2027™ promete ser um evento de família, com as irmãs Tabitha e Temwa Chawinga, do Malawi, prontas para se juntar a um seleto grupo de irmãs que já brilharam no torneio./images/pt/2026/08/irmas-em-campo-lacos-familiares-marcam-a-copa-do-mundo-feminina-3757a97b-800w.webpIrmãs em campo: laços familiares marcam a Copa do Mundo Feminina

Irmãs em campo: laços familiares marcam a Copa do Mundo Feminina

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Irmãs em campo: laços familiares marcam a Copa do Mundo Feminina

Resumo breve

A Copa do Mundo Feminina FIFA Brasil 2027™ promete ser um evento de família, com as irmãs Tabitha e Temwa Chawinga, do Malawi, prontas para se juntar a um seleto grupo de irmãs que já brilharam no torneio.

A Copa do Mundo Feminina FIFA Brasil 2027™ está prestes a se tornar um verdadeiro encontro de famílias, depois que as irmãs Tabitha e Temwa Chawinga conduziram o Malawi à fase final do torneio. As superestrelas ajudaram a nação africana a alcançar a competição pela primeira vez, após inspirarem o Malawi a chegar às semifinais da Copa Africana de Nações Feminina de 2026.

Tabitha e Temwa estarão em companhia rara — desde o início da Copa do Mundo Feminina, em 1991, apenas quatro pares de irmãs participaram do evento. Mas, como a FIFA analisa, mais irmãs esperam seguir os passos das Chawingas no Brasil 2027 e além.

Um legado de irmãs na história do torneio

A história das irmãs na Copa do Mundo Feminina começou com as americanas Sam e Kristie Mewis. Sam, após uma carreira de elite na base, na qual ajudou os EUA a vencerem a Copa do Mundo Feminina Sub-20 da FIFA Japão 2012™, foi peça-chave na conquista do título sênior na França 2019. A meio-campista de 1,83m jogou em seis dos sete jogos dos EUA, incluindo a final, e marcou dois gols.

Lesões impediram Sam de participar da edição de 2023, na Austrália e Nova Zelândia. Mas a história foi feita quando sua irmã mais velha, Kristie, foi convocada para sua primeira Copa do Mundo aos 32 anos. Jogadora de pouca minutagem, Kristie incrivelmente marcou com seu primeiro e único toque na fase final — em uma disputa de pênaltis contra a Suécia nas oitavas de final, que os EUA acabaram perdendo.

Gêmeas idênticas e duplas defensivas

As primeiras gêmeas idênticas a participarem de uma Copa do Mundo Feminina foram as francesas Delphine e Estelle Cascarino, embora, como as Mewis, tenham jogado em torneios diferentes. Delphine fez parte da seleção francesa que chegou às quartas de final em casa, em 2019. Uma lesão no ligamento cruzado anterior impediu a ponta de participar do torneio quatro anos depois.

Estelle, zagueira, ficou de fora da França 2019, mas foi convocada para a edição de 2023, onde fez três aparições, com as Bleues eliminadas nos pênaltis nas quartas de final pelas coanfitriãs Austrália. Com a França classificada para o Brasil 2027, as irmãs esperam competir juntas em suas segundas Copas do Mundo.

As jamaicanas Allyson e Chantelle Swaby são as únicas irmãs a participarem de duas Copas do Mundo Femininas — na estreia das Reggae Girlz na França 2019, seguida de uma campanha histórica na Austrália e Nova Zelândia, quatro anos depois. Allyson e Chantelle não só estiveram na mesma convocação, mas também atuaram juntas na defesa central.

Na edição de 2023, elas fizeram parte da equipe da Jamaica que conquistou a primeira vitória do país em Copas do Mundo Femininas, eliminou a poderosa Brasil após um empate sem gols e chegou às fases eliminatórias pela primeira vez. Para completar, Allyson marcou o primeiro gol da equipe na fase final, na vitória por 1 a 0 sobre o Panamá.

As irmãs esperam integrar a seleção jamaicana no Campeonato W da Concacaf de 2026, no final de novembro, onde uma vitória sobre a Costa Rica garantirá vaga no Brasil 2027, com vagas adicionais disponíveis via Torneio de Repescagem da Copa do Mundo Feminina.

Novas gerações e mais duplas em ascensão

As irmãs Olivia e Chandler McDaniel, nascidas nos EUA, tiveram papel fundamental na classificação das Filipinas para sua primeira Copa do Mundo, masculina ou feminina, na Austrália e Nova Zelândia 2023. Embora tenham sido eliminadas na fase de grupos, a equipe asiática conquistou sua primeira vitória no mais alto nível, um triunfo por 1 a 0 sobre a Nova Zelândia.

A dupla atua em extremos opostos do campo — Olivia no gol e Chandler no ataque. Elas esperam participar de suas segundas finais no Brasil 2027, depois que as Filipinas se classificaram via Copa Asiática Feminina.

Alyssa Thompson já participou de uma Copa do Mundo Feminina, na Austrália e Nova Zelândia 2023. A atacante do Chelsea tinha apenas 18 anos e apenas três partidas como profissional quando foi convocada por Vlatko Andonovski. Desde então, tornou-se peça-chave no esquema de Emma Hayes e uma das artilheiras mais temidas do futebol mundial.

Enquanto os EUA esperam carimbar o passaporte para o Brasil 2027 via Campeonato W da Concacaf — onde enfrentarão El Salvador por uma vaga na fase final — Alyssa espera ser acompanhada pela irmã mais nova, Gisele, que impressionou por clube e seleção este ano. As irmãs já estiveram juntas na mesma convocação, nas Copas SheBelieves de 2025 e 2026.

Futuro promissor: mais irmãs a caminho

Incrivelmente, a Jamaica pode ter dois pares de irmãs no Brasil 2027, caso se classifique. Kiki Van Zanten fez parte da equipe das Reggae Girlz em 2023, atuando principalmente como reserva enquanto estava na Universidade de Notre Dame.

A irmã mais nova de Kiki, Mimi, está no San Diego Wave, da National Women's Soccer League, e a lateral-esquerda espera dar um grande salto nos próximos meses para defender sua vaga.

A Copa do Mundo Feminina Sub-20 da FIFA Colômbia 2024™ teve não um, mas dois pares de irmãs: as austríacas Greta e Laura Spinn, e as australianas Jynaya e Indiana dos Santos.

Em dois jogos da Áustria na fase de grupos, Laura, de 19 anos, e Greta, de 17, estiveram ambas no time titular — e tiveram influência significativa no início bem-sucedido da Áustria em sua primeira participação em Copas do Mundo Femininas. No primeiro jogo, contra Gana, Laura deu a assistência para o gol de abertura; contra a Nova Zelândia, na segunda rodada, ela deu sua segunda assistência, com Greta também marcando seu primeiro gol.

Embora a Austrália não tenha vencido nenhuma partida no evento global, as irmãs Dos Santos entraram em campo, dando passos importantes no desenvolvimento de suas carreiras internacionais. Com 20 e 18 anos, Jynaya e Indiana jogam na A-League, pelo Central Coast Mariners e Sydney FC, respectivamente.

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