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Argentina, primeiro finalista da Copa sem finalizar nos 90 minutosA Argentina se tornou a primeira seleção na história das Copas do Mundo a não realizar uma finalização nos 90 minutos regulamentares de uma final. O feito ocorreu na decisão de 2022 contra a França, em que os argentinos só chutaram a gol na prorrogação./images/pt/2026/07/argentina-primeiro-finalista-da-copa-sem-finalizar-nos-90-minutos-3890a435-800w.webpArgentina, primeiro finalista da Copa sem finalizar nos 90 minutos

Argentina, primeiro finalista da Copa sem finalizar nos 90 minutos

Atualizado 2 min read
Argentina, primeiro finalista da Copa sem finalizar nos 90 minutos

Resumo breve

A Argentina se tornou a primeira seleção na história das Copas do Mundo a não realizar uma finalização nos 90 minutos regulamentares de uma final. O feito ocorreu na decisão de 2022 contra a França, em que os argentinos só chutaram a gol na prorrogação.

Na final da Copa do Mundo de 2022, a Argentina entrou para uma estatística inédita: tornou-se o primeiro finalista na história do torneio a não registrar uma finalização (chute a gol) durante os 90 minutos regulamentares. A partida, disputada no Estádio Lusail, no Catar, terminou empatada em 3 a 3 no tempo normal e na prorrogação, antes de a Argentina vencer nos pênaltis.

Um dado histórico

De acordo com dados estatísticos oficiais, a seleção argentina não conseguiu finalizar uma única vez em direção ao gol adversário nos 90 minutos iniciais. Esse é um feito sem precedentes em todas as edições da Copa do Mundo, desde 1930. A França, por outro lado, teve 10 finalizações no mesmo período, incluindo os gols de Kylian Mbappé.

O contexto da partida

A Argentina dominou a posse de bola em grande parte do primeiro tempo, mas as finalizações foram escassas. Lionel Messi abriu o placar de pênalti aos 23 minutos, e Ángel Di María ampliou aos 36. No entanto, a França reagiu na segunda etapa: Mbappé marcou dois gols em menos de dois minutos (aos 80 e 81), levando a decisão para a prorrogação. Na prorrogação, Messi e Mbappé voltaram a marcar, e a Argentina venceu nos pênaltis por 4 a 2.

Implicações da estatística

O dado surpreende porque a Argentina contava com atacantes de alto nível, como Messi, Di María e Julián Álvarez. A falta de finalizações reflete a estratégia defensiva da França após o intervalo e a dificuldade argentina em criar chances claras. Apesar disso, a equipe de Lionel Scaloni conseguiu ser eficiente nos momentos decisivos, convertendo as oportunidades que teve na prorrogação e nos pênaltis.

Esse recorde negativo não diminuiu a conquista do título, mas adiciona uma curiosidade histórica à campanha argentina. Nenhum outro finalista havia passado os 90 minutos iniciais sem uma finalização, o que torna a marca ainda mais peculiar.

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