Quem vencerá a Copa do Mundo? Comentaristas da BBC fazem suas previsões

Resumo breve
Comentaristas da BBC analisam as chances das seleções na Copa do Mundo de 2026, apontando favoritos, possíveis surpresas e o desempenho esperado de Inglaterra e Escócia.
Faltando pouco mais de um ano para a Copa do Mundo de 2026, que será sediada por Estados Unidos, Canadá e México, os comentaristas da BBC já começam a traçar suas previsões sobre quem levantará a taça. O torneio, que pela primeira vez contará com 48 seleções, promete emoções e possíveis zebras. Neste artigo, reunimos as opiniões de especialistas sobre os favoritos, as surpresas e o destino das seleções britânicas.
Favoritos ao título
Para a maioria dos comentaristas, a França surge como a grande favorita. Com um elenco repleto de estrelas como Kylian Mbappé e uma base sólida que já chegou a duas finais consecutivas (2018 e 2022), os franceses são apontados como os principais candidatos. O Brasil, sempre cotado, também aparece entre os favoritos, especialmente com o talento de Vinícius Júnior e a experiência de Neymar, que deve estar em sua última Copa. A Argentina, atual campeã, não pode ser descartada, mesmo com a possível ausência de Lionel Messi, que ainda não confirmou presença. A Alemanha, em reconstrução após eliminações precoces, e a Espanha, com seu estilo de posse de bola, também são mencionadas.
Possíveis surpresas
Entre as seleções que podem surpreender, os comentaristas destacam o Marrocos, que fez história em 2022 ao chegar às semifinais. Com uma geração talentosa e a vantagem de jogar em solo americano, onde há grande comunidade marroquina, os Leões do Atlas podem repetir o feito. Outra equipe que chama atenção é o Uruguai, que sob o comando de Marcelo Bielsa apresenta um futebol ofensivo e organizado. Além disso, a Colômbia, com James Rodríguez em boa fase, e a Costa do Marfim, que busca se firmar entre as potências africanas, são apontadas como possíveis surpresas.
Inglaterra e Escócia: o que esperar?
A Inglaterra chega com expectativas altas após o vice-campeonato na Eurocopa de 2024. Com jogadores como Harry Kane, Jude Bellingham e Bukayo Saka, os ingleses têm um dos elencos mais fortes do mundo. No entanto, a pressão histórica e a falta de títulos desde 1966 pesam. Os comentaristas acreditam que a Inglaterra tem potencial para chegar às semifinais, mas precisará superar a ansiedade em momentos decisivos.
Já a Escócia, que não participa de uma Copa desde 1998, vive um momento de renovação. Comandada por Steve Clarke, a equipe conta com nomes como Andrew Robertson e John McGinn. A classificação para o torneio já é considerada um feito, e os comentaristas veem a Escócia como uma equipe capaz de avançar à fase de grupos, mas dificilmente irá além das oitavas de final. A experiência em competições internacionais ainda é limitada, e o grupo sorteado será crucial para suas ambições.
O formato expandido e seu impacto
A Copa de 2026 será a primeira com 48 seleções, divididas em 12 grupos de quatro. Isso significa mais jogos e mais oportunidades para seleções menores. Os comentaristas apontam que o formato pode beneficiar equipes africanas e asiáticas, que terão mais chances de avançar. No entanto, também há preocupações com a qualidade do torneio, já que algumas partidas podem ser desequilibradas. A logística, com jogos em três países, também será um desafio, mas a diversidade de sedes promete um ambiente único.
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