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Coletiva de imprensa encerra com perguntas evasivas sobre críticas a InfantinoA coletiva de imprensa com o presidente da Fifa terminou com poucas perguntas a jornalistas conhecidos por reportagens críticas. Em vez disso, Infantino respondeu a questões sobre Messi e favoritos ao título mundial./images/pt/2026/06/coletiva-de-imprensa-encerra-com-perguntas-evasivas-sobre-criticas-a-infantino-776c7ea3-800w.webpColetiva de imprensa encerra com perguntas evasivas sobre críticas a Infantino

Coletiva de imprensa encerra com perguntas evasivas sobre críticas a Infantino

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Gianni Infantino no púlpito durante coletiva de imprensa da Fifa, com microfones e jornalistas ao fundo, em sala iluminada com bandeiras da entidade.

Resumo breve

A coletiva de imprensa com o presidente da Fifa terminou com poucas perguntas a jornalistas conhecidos por reportagens críticas. Em vez disso, Infantino respondeu a questões sobre Messi e favoritos ao título mundial.

A coletiva de imprensa com o presidente da Fifa, Gianni Infantino, chegou ao fim há pouco, deixando no ar uma sensação de evasão. Durante o evento, poucos jornalistas conhecidos por reportagens críticas à gestão de Infantino tiveram a oportunidade de fazer perguntas. A organização, que tem pleno conhecimento do perfil desses profissionais, optou por direcionar o foco para temas mais leves e desportivos.

Perguntas desportivas em vez de questões institucionais

Em vez de abordar temas polémicos ou de governança, Infantino foi questionado sobre Lionel Messi e sobre quem poderia vencer a próxima Copa do Mundo. As perguntas, feitas por jornalistas alinhados com a entidade, desviaram a atenção de assuntos como transparência financeira, direitos humanos nos países-sede ou as reformas prometidas pela Fifa.

Críticas silenciadas

Fontes presentes na sala de imprensa relataram que pelo menos três jornalistas que publicaram reportagens investigativas sobre a gestão de Infantino nos últimos meses tentaram fazer perguntas, mas não foram chamados. A Fifa não comentou o ocorrido. A situação reacende o debate sobre a liberdade de imprensa no ambiente do futebol internacional e a postura da entidade máxima do esporte diante de críticas.

A coletiva, que durou cerca de 45 minutos, foi transmitida ao vivo e contou com a presença de dezenas de jornalistas de diversos países. Apesar do clima controlado, alguns profissionais manifestaram insatisfação nas redes sociais, classificando o evento como uma oportunidade perdida para esclarecer questões importantes.

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