Jogadoras galesas sem clube se destacam nas eliminatórias

Resumo breve
As jogadoras galesas sem contrato aproveitaram as eliminatórias da Copa do Mundo para mostrar seu valor. Gemma Evans, Hannah Cain e Elise Hughes atuaram com destaque, enquanto a técnica Rhian Wilkinson destaca a importância de apoiá-las na busca por novos clubes.
As jogadoras galesas que estão sem clube aproveitaram a oportunidade de brilhar nas eliminatórias da Copa do Mundo Feminina, colocando-se em evidência para potenciais contratantes. A técnica Rhian Wilkinson afirmou que as atletas mostraram suas qualidades ao ajudar o País de Gales a terminar no topo do grupo classificatório.
Atuações de destaque
Gemma Evans, Hannah Cain e Elise Hughes entraram em campo contra Montenegro e República Tcheca, em meio a incertezas sobre seus futuros nos clubes. Desde então, soube-se que a defensora Evans está prestes a se juntar ao Newcastle United, após deixar o Liverpool. No entanto, ainda não há notícias sobre o destino de Cain e Hughes.
“Acho que elas fizeram tudo o que podiam para se colocar em evidência”, disse Wilkinson. “É difícil porque quero que minhas jogadoras estejam nas melhores situações possíveis nos clubes e também em ambientes que as nutram e apoiem. Espero poder dar a elas todo o suporte possível para que tenham um clube assim que for bom para elas.”
Cain e Hughes em busca de novos desafios
Cain, de 27 anos, marcou seu sexto gol em seis jogos das eliminatórias na partida contra Montenegro, apenas três dias após anunciar que deixará o Leicester City neste verão, após o rebaixamento do clube da Superliga Feminina (WSL). Já a atacante Hughes, de 25 anos, revelou antes da vitória crucial sobre a República Tcheca que está saindo do Crystal Palace, depois de ajudar o clube a conquistar o acesso à WSL.
Outra atacante galesa, Tianna Teisar, de 20 anos, também está sem clube. O Bristol City Women anunciou em maio que a jogadora, formada na base, deixaria o clube neste verão, após passar a última temporada emprestada ao Plymouth Argyle.
O futuro da seleção galesa
Wilkinson reconhece que esperar para saber onde algumas de suas jogadoras vão parar faz parte da “vida no final da temporada”. O País de Gales voltará a jogar em outubro, quando disputará uma semifinal de play-off em duas mãos, na tentativa de chegar à sua primeira Copa do Mundo Feminina. A equipe de Wilkinson conhecerá seus adversários no sorteio marcado para 18 de junho.
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