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Marquinhos | Brasil | Copa do Mundo FIFA 2026O zagueiro Marquinhos, bicampeão europeu com o PSG, mira o título inédito da Copa do Mundo com a Seleção Brasileira em 2026. Aos 32 anos, ele lidera o time rumo ao hexacampeonato, apoiado pelo técnico Carlo Ancelotti./images/pt/2026/06/marquinhos-brasil-copa-do-mundo-fifa-2026-7ef00294-800w.webpMarquinhos | Brasil | Copa do Mundo FIFA 2026

Marquinhos | Brasil | Copa do Mundo FIFA 2026

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Marquinhos | Brasil | Copa do Mundo FIFA 2026

Resumo breve

O zagueiro Marquinhos, bicampeão europeu com o PSG, mira o título inédito da Copa do Mundo com a Seleção Brasileira em 2026. Aos 32 anos, ele lidera o time rumo ao hexacampeonato, apoiado pelo técnico Carlo Ancelotti.

O zagueiro Marquinhos promete enfrentar a pressão em busca do tão sonhado título de Copa do Mundo com a Seleção Brasileira. O defensor acaba de se tornar bicampeão europeu com o Paris Saint-Germain (PSG) e agora quer levar seu país ao topo na Copa do Mundo FIFA 2026.

Uma trajetória de altos e baixos

O zagueiro brasileiro Marquinhos não é estranho aos altos e baixos do futebol. Aos 32 anos, ele já sentiu a dor cruel de derrotas devastadoras e a euforia de conquistar títulos históricos, incluindo a recente defesa do título da UEFA Champions League pelo PSG. Em sua terceira campanha de Copa do Mundo FIFA, o capitão da Seleção acredita que as lições aprendidas ao longo de sua carreira podem ser decisivas para o Brasil buscar um sexto título recorde na América do Norte.

Em entrevista à FIFA, o defensor de cabeça fria falou sobre os anos de frustração no PSG antes de conquistar o maior prêmio do futebol europeu em temporadas consecutivas. "Eu vivi isso [a frustração] no nível de clube, e alguns outros no elenco também", disse Marquinhos. "Sabemos que os padrões são extremamente altos e que tudo se resume aos mínimos detalhes: cometer o menor número possível de erros, capitalizar os erros dos adversários e permanecer fortes, porque sabemos que teremos que superar momentos difíceis."

Lições do passado e liderança

Marquinhos nunca passou das quartas de final em suas duas campanhas anteriores de Copa do Mundo. Em 2018, o Brasil foi eliminado pela Bélgica por 2 a 1. Quatro anos depois, a equipe caiu nos pênaltis para a Croácia após um empate por 1 a 1 em 120 minutos. Na disputa de pênaltis, o pênalti decisivo do maestro defensivo bateu na parte interna da trave e não entrou.

Agora, três anos e meio após aquela falha angustiante, Marquinhos está pronto para liderar seu país na principal competição masculina da FIFA. O defensor acredita que seu principal dever é guiar a equipe através dos momentos de pressão que são consequência inevitável de competir no maior palco do futebol. "Os líderes realmente se destacam em circunstâncias difíceis e desafiadoras", explicou Marquinhos. "É quando você precisa se levantar e carregar o manto da responsabilidade, especialmente para os jogadores mais jovens, para aqueles que não estão acostumados com a pressão e o furor que cercam a seleção nacional quando os tempos ficam difíceis."

A postura de Marquinhos ao falar com a imprensa em momentos de adversidade é um testemunho de sua liderança. Ele frequentemente se torna o porta-voz da equipe após uma má fase ou período de instabilidade. "Isso realmente faz parte do papel de capitão ou líder", disse ele. "Quando os tempos ficam difíceis, você precisa ser forte, ajudar a manter a calma e entender que pode reverter a situação através de trabalho duro, treino e dedicação."

Otimismo com Ancelotti e o futuro

As lições do passado e sua trajetória pessoal de superação de obstáculos alimentam a confiança de Marquinhos. O Brasil chega à Copa do Mundo após um ciclo de quatro anos que viu quatro treinadores assumirem o comando e um quinto lugar entre 10 equipes da CONMEBOL nas eliminatórias sul-americanas. Ainda assim, o defensor confiável tem motivos para otimismo. "Temos tantos grandes jogadores, com uma infinidade de opções em todas as áreas. Precisamos continuar moldando nossa identidade e entender como podemos machucar nossos adversários e como melhor nos adaptar quando as coisas ficam difíceis", disse ele.

Além da abundância de qualidade técnica à disposição, o Brasil chega à Copa do Mundo com um estrategista de renome internacional no comando. O técnico italiano Carlo Ancelotti é o único treinador a ter vencido a UEFA Champions League cinco vezes, além de conquistar o título em cada uma das cinco principais ligas europeias – Itália, Inglaterra, França, Alemanha e Espanha. "Ancelotti é um vencedor nato que provou que sabe como transformar uma equipe em campeã", disse Marquinhos sobre seu treinador. "Acho importante tê-lo no comando agora. Ele lidou notavelmente bem com os desafios e a pressão que vêm com o território. Estamos muito felizes por ter um treinador como ele, que realmente entende seu elenco, seus jogadores, e que sabe tanto sobre o lado tático do jogo, e ainda mais sobre o que é preciso para se tornar campeão. Ele trouxe uma centelha real para o grupo, aquela vantagem extra que precisávamos para entrar nesta Copa do Mundo."

O sonho de infância e a última chance

A Copa do Mundo entrou na história de Marquinhos desde muito cedo. Ele tinha oito anos quando uma Seleção repleta de estrelas, com Ronaldo, Rivaldo e Ronaldinho, garantiu a quinta estrela no escudo do país em 2002. Essa equipe e esse triunfo colocaram o pilar nascido em São Paulo no caminho para o estrelato futuro. "Quando eu era criança, vi nosso país se tornar pentacampeão com aquela vitória no torneio de 2002. Isso acendeu o estopim da minha paixão pelo futebol, pelo Brasil e pela Copa do Mundo", lembrou.

Representar o Brasil na Copa do Mundo tornou-se seu objetivo número um. Esse sonho se tornou realidade quando ele recebeu sua primeira convocação para a Copa do Mundo, para a Rússia 2018. Quatro anos depois, no Catar, ele conquistou sua primeira titularidade no torneio. Este ano, sua história no maior palco internacional do esporte entra em um novo capítulo, enquanto ele se prepara para vestir a braçadeira. Se o Brasil conquistar o cobiçado título, será ninguém menos que Marquinhos quem levantará o troféu. "Todo jogador que coloca as mãos no troféu diz que é, sem dúvida, o maior momento de suas vidas. Quero experimentar isso por mim mesmo. Se eu vencer a Copa do Mundo, seria o auge da minha vida e carreira", declarou.

Tendo selado o status de lenda no PSG e se tornado uma figura cada vez mais influente no vestiário do Brasil, Marquinhos está bem ciente da magnitude do desafio que está por vir, da responsabilidade que deve carregar e da oportunidade de escrever seu nome na história da Copa do Mundo, dizendo: "Aos 32, esta pode ser minha última chance."

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